domingo, 12 de abril de 2009

Desencantada


DESencantada

"Desencantada beijei o sapo
E tornei ilusão a mágica errada.
Desfiz Projetos
E bebi a poção envenenada.
Quebrei palavras,
Sinais,
Paralelos.
Entrei redimensionada
Na carona do espelho.
Não reflito.
Nem posso transcender.
Se errei no encantamento
Não terei mais poder de acreditar.
Força oculta,
Zodíaco desconhecido,
Miragem vaga
Dos abissais abismos
De onde ecoa
Minha voz torturada."


(Poemas de Berta Friedman, "Uma tarde em Paris - Giselle Del Pino" - MInha colega de sala, HISTORIADORA e escritora)

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